quarta-feira, dezembro 15

Inside Escher


No Escher Museum de Den Haag: fotografia a espreitar pelo buraco da agulha.

4 daguerreótipos:

Blogger jm said...

maravilhosos, os olhares ocultos das janelas altas. nas ruas estreitas encontramos deus vomitando a alegria da noite. comprou-a, vinha numa garrafa de vidro colorido: verde azeitona.

o abraço possível. estico o braço como uma onda média. no meu braço ouço "estala os dedos, por entre o fumo e a música, enquanto estás sentado num bar de jazz"

a 2005! outro ano! única diferença.

4:34 da tarde  
Blogger Paulo said...

Um belo abraço para ti, ao swing de 05 (05 terá o seu próprio swing?)

("estala os dedos, por entre o fumo e a música, enquanto estás sentado num bar de jazz" não me é nada, nada estranho... i wonder...)

4:46 da tarde  
Blogger Calamity Spot said...

tanta luz. :)

6:29 da tarde  
Blogger kutusov said...

Paraíso perdido, paraíso reconquistado

Diz-me quem tu és, menina pequena?
Mas eu não sou estranho, não te posso magoar
Se me encanto nesses olhos
Como os posso querer apagar?

Se a vida a encontro quando te vejo andar
Se me riu quando te vejo rir
Se me encanto quando te vejo amar
Como te posso querer ferir?

Se todo o mundo se apaga
Quando a tua luz te encima
Como posso eu te querer mal?
Como posso eu ser brutal?

Não me posso chegar a ti
Só te quero ver, ver a viver
Ver-te a sorrir, ver-te a vencer
Saber que não sou nada, porque um dia te vi

Não me afagues, só me fazes chorar mais
Não te mereço, não somos do mesmo mundo
Não te conspurques com seres banais
Não te sujes com este imundo

Sim, vamos tomar café
Um jantar até
Um abraço
Nova fé...

Luz no fundo dos meus olhos
Farol que me ofusca
Onde está a terra? É o teu amor
O teu amor que me afunda

Porque desceste do teu altar?
Porque te sujaste?
Porque compreendeste o que é um esgar?
Porque te convences que te aproximaste?

Tu eras o impossível puro
Morreste no meu colchão
Imortal, és agora um cadáver sujo
Que olhas para mim do fundo da tua perdição

Não te assustes, eu dou-te a mão
Porque te debates?
Porque te assustas?
Estou a fazer com que abandones este sujo chão

Lagrimas e dor
Um breve momento e depois um torpor
Um ultimo fôlego
Sim, és de novo o meu amor

O teu coração já não bate aqui
Neste mundo cão
Os meus dedos ficaram marcados no teu pescoço
Estigma da nossa redenção

2:22 da manhã  

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