quinta-feira, abril 28









Monsanto | 2005

4 daguerreótipos:

Blogger lunar said...

mudava-me já para aqui...

11:35 da manhã  
Blogger kutusov said...

Este comentário foi removido por um administrador do blogue.

4:03 da manhã  
Blogger kutusov said...

3:58

Nadam os peixes no mar,
Dentro de água e sem se afogar.
Mas eu fico sem ar, só de aqui estar
A tua fonte secou, não me posso saciar.

E tudo gira e tudo roda
Todos dançamos, forçados a rodopiar
Não te vejo, não te ouço.
Não te toco e não te consigo falar

E o piano toca devagar, sem perdão
Não estou aqui, mas choro devagar
São quentes as lagrimas, enquanto de ti em lembrar
Mas o vento que me sacode, acredita, tenta me levar


Clitck, scrrrttttt, tráz!
A garrafa abriu-se, a agua amarela escorreu
E nada do que é meu é mais seu
E só sons que vêm de longe não me trazem paz

Abandono-me em imagens de som, sem daqui sair
Sem daqui partir
De nada me serve
Lutar, lutar e resistir

Como um fogo que iniciou
Um dia vai parar
Sou número sem par
Então, porque me estás a olhar?

Chorar e chorar, janelas de para em par
A tua memória no azul do mar
Mas quanto mais o vento sopra
Mais eu me sinto a rasgar

Não és só tu, mas todas levam a ti
Porque o cheiro que tens não me vai largar
E aquela morena faz-me a ti lembrar
Não o que és, mas aquilo a que contigo queria chegar

E quem é ela?
Tentei-a chamar, mas o seu marido pareceu não gostar
E então baixei os olhos, e nunca mais eu vi o mar.

4:07 da manhã  
Blogger FDV said...

óptima geografia.

abraço.

4:06 da tarde  

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